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Como atualizar seu OpenSuse 11.4 para 12.1 sem problemas.

Como atualizar seu OpenSuse 11.4 para 12.1 sem problemas.

Bom pessoal, antemão queremos ressaltar que o procedimento é rápido (só depende do seu link de internet) e simples de proceder. Bora simbora?

Vamos analisar os repositórios ativos (no meu caso tinham MUUUUUUUUUUUUUUUUUITOS, abaixo seguem somente os default), para isso use o comando:

zypper repos –uri

A resposta deverá ser:

Vamos ativar o repositório updates for opensuse 11.4 11.4-0 com o seguinte comando:

zypper modifyrepo –enable Updates-for-openSUSE-11.4-11.4-0

Logo em seguida, validar o repositório (URI):

zypper addrepo –check –name ‘openSUSE-11.4-Update’ http://download.opensuse.org/update/11.4/ repo-update

Hora de deixar tudo novinho antes da upgrade:

zypper refresh

zypper update

 

Depois que tudo estiver atualizado na atual versão deveremos fazer o seguinte:

zypper modifyrepo –all –disable

Isso vai desativar tudo quanto for repositório antigo (11.4).

Hora de ativar todos os repositórios novos:

zypper addrepo –name “openSUSE-12.1 OSS” http://download.opensuse.org/distribution/12.1/repo/oss/ repo-12.1-oss
zypper addrepo –name “openSUSE-12.1 Non-OSS” http://download.opensuse.org/distribution/12.1/repo/non-oss/ repo-12.1-non-oss
zypper addrepo –name “openSUSE-12.1 Updates” http://download.opensuse.org/update/12.1/ repo-12.1-update

Hora do FATALITY:

zypper ref

zypper dup

 

Depois disto dê reboot (no console mesmo):

reboot

 

Quando inicializar já virá com gnome-shell.
Aqui está ok (brilho, som), mas a wifi foi para o espaço.
Iremos fazer um artigo com a correção.

Como remover animações de novas janelas no Mac Os X Lion

Como remover animações de novas janelas no Mac Os X Lion

Atenção galera do bem, mais uma dica simples e rápida e de última hora ;P, se você está afim de desativar animações das novas janelas no seu maczão faça o seguinte, abra o terminal (vide abaixo):

abrir terminal UNIX no mac
abrir terminal UNIX no mac

Dentro dele use o seguinte comando

Pronto, depois disso é só alegria :P.

Bye bye!

Se quiser voltar como antes digite:

Como conectar no Mac os X Snow leopard | Lion via Remote Desktop

Como conectar no Mac os X Snow leopard | Lion via Remote Desktop

Bom, galera, nós do 4ppun1x conectamos remotamente neste bsd maravilhoso que é o mac afim de que pudéssemos fazer ajustes remotos em nosso pc. Este how to resume-se em habilitar o suporte VNC do mac juntamente com uma senha de segurança para que nosso mac fique tranquilo e seguro para aceitar conexões de rede sem qualquer stress.
Estamos usando o mac os x Snow Leopard (mas funciona no mac os x lion), assim como uma conexão comum (feita de um router wireless) e usando Windows (ops, ruindows) seven e o cliente vnc TightVNC (mostraremos o link de download), que além de free atende bem pra caramba.
Bora simbora e deixar de balela?

Primeiro devemos adentrar nas preferências do sistema afim de irmos aos menus principais de configurações do mac, acompanhe o print:

Clicando no menu de preferências do mac
Clicando no menu de preferências do mac

Agora iremos clicar no menu de preferências:

menus principais SHARING
menus principais SHARING

Pronto, devemos ir na área de Sharing (ali liberamos apache, acesso remoto, compartilhamento de arquivos e etc):

Marcando acesso remoto
Marcando acesso remoto

Assim que marcamos a opção REMOTE MANAGEMENT o menu do print acima é exibido.

Iremos comentar cada opção marcada:

1 – Observe (modo de observação), marcamos o control para permitir controle por parte do acesso remoto (neste caso nosso pc Window$ 7), A opção de mostrar quando há alguém observando o pc é bom de estar marcada (é, meu amigo, alguém dentro e você sem saber é osso né?),

2 – Generate Reports é bom estar marcado pois gera logs (vai que alguém faz besteira?),

3 – Open and Quit app… Deixa marcado, afinal de contas isto habilita o suporte para o cliente remoto poder executar aplicativos,

4 – Change Settings, bem, em um caso de setup, por que não deixar ativo? Vale a pena sim! Se você precisar de um ajuste aqui ou ali deve ter isto ON.

5 – Delete e replace items é bom, afinal de contas direito de escrever, ler e executar, para acesso remoto é quase um padrão.

6 – Start text… é bom quando se quer trocar idéia com o cliente remoto, deixamos on.

7 – Restart and Shutdown, meu amigo, se alguém precisa aplicar mudanças críticas e positivas em seu Mac Os X, por que não deixar este recurso para o acesso remoto? Se achar inviável que alguém remotamente desligue seu apple, deixe isto desmarcado.

8 – Suporte a cópia de itens é bom ;), deixe on.

Assim que damos ok é solicitada autorização do user afim de que seja validada a mudança, mas para que isto ocorra de verdade devemos clicar na opção COMPUTER SETTINGS para poder deixar a coisa no ponto (é aqui que aplicamos a senha de acesso remoto, afinal de contas deixar um mac com todos os recursos globais e ainda deixar sem senha é tiro de calibre 12 no próprio pé, né?

Aplicando senha e confirmando
Aplicando senha e confirmando

Deixe em vnc viewers a senha (coloque algo usando caracteres especiais para dificultar a vida dos lamers, use #$%&*@./<> com caracteres de senha).

Assim que aplicar você precisará confirmar usando sua senha de usuário do sistema, confirme com sua senha (vide print a seguir):

Confirmar senha no Mac Os X
Confirmar senha no Mac Os X

Pode ser que nós (appunix e você), algum dia, nesta vida de trabalhador braçal, possamos nos perguntar?

Como descubro meu ip nesse danado desse mac?

Relaxa, lembra do esquema de Central das preferências do mac? Então, a gente confirmar o Sharing e volta lá, no menu networking, ou seja: Preferências do Sistema-> Network.

Veja o ícone no MEIO da central de preferências:

Centralizador de Preferências do Mac Os X
Centralizador de Preferências do Mac Os X

Pronto, depois é só clicar em Redes (Network) e meter bala, veja o danado do IP no MEIO da nova tela:

Olha o ipzão aí gente
Olha o ipzão aí gente

 

Pronto, já temos o ip em mãos, no meu caso a terminação é 104. O que devemos fazer?

No Microsoft Windows 7 devemos baixar o cliente VNC Free, para isso acesse o linkÇ

http://www.tightvnc.com/download/1.3.10/tightvnc-1.3.10-setup.exe

Baixe o cliente e em seguida abra-o.

Assim que executar o tightvnc você vai ver a seguinte tela:

cliente VNC
cliente VNC

Assim que confirmar o acesso ele vai mostrar uma tela requisitando senha, igual essa aqui ó:

senha VNC
senha VNC

Confirme com aquela senha que você definiu nas propriedades de acesso remoto de seu macosx e FINISH!

 

Curtiu?

Curtimos também.
Abraços a todos e obrigado pela visita!

Lighttpd php5 mysql no Ubuntu 11.04

Lighttpd php5 mysql no Ubuntu 11.04

Lighttpd é verdadeiramente uma bala no que tange a containers web. Muitas pessoas gostam dele (segundo a mídia até o Youtube já amou esse negócio), por isso estaremos indo direto ao assunto, vamos instalar essa bala no Ubuntu 11.04?

Temos que ter poder de root para fazer o negócio rodar (use sudo su ou su -, sendo su – melhor pois dá autoridade global):

apt-get update &&

apt-get install mysql-server mysql-client -y

Fazendo isto estaremos instalando o mysql server e seu client (inclusive no pacote vem a ferramenta replace, muito boa para substituir termos em um arquivo [depois falamos de utilitários em outro artigo]).

No momento seguinte o sistema vai pedir que você defina a senha de root:

New password for the MySQL … : Informe a senha de root
Repeat password for the MySQL …: Confirme novamente a senha

Vamos instalar o Lighttpd agora!

apt-get install lighttpd -y

Presumindo que você possui um ip setado a este pc (qualquer ip, se for por dhcp use ifconfig e veja o ip da sua eth0 ou ethX [sendo X ponto variável, podendo ser 1 para interface real secundária e assim por diante]) 10.0.0.1, abra o navegador e digite 10.0.0.1, deverá ser exibido um arquivo pedindo substituição de conteúdo, aonde o document root (pasta principal da web) fica em /var/www e o arquivo de configuração /etc/lighttpd/lighttpd.conf. As configurações extras ficam em /etc/lighttpd/conf-available . Se futuramente ativamos módulos extras podemos usar lighttpd-enable-mod para ativa-los. Os links simbólicos de comandos ficam em /etc/lighttpd/conf-enabled, mas o filé mesmo para edições e customizações é /etc/lighttpd/conf-available.

Hora de meter o php5 em modo fastcgi!

Vamos lá:

apt-get install php5-cgi

 

Para que tudo fique validado precisamos arrumar o esquema. Vamos editar o conf:

vim /etc/php5/cgi/php.ini

Devemos procurar pela linha:

e mudar seu conteúdo para:

Agora vamos ativar o módulo do php (claro que instalamos o mesmo para ser instância separada,  mas é um módulo):

lighttpd-enable-mod fastcgi

lighttpd-enable-mod fastcgi-php

Vamos conferir os links simbólicos paragarantir que tudo está ok entre os arquivos /etc/lighttpd/conf-enabled/10-fastcgi.conf , /etc/lighttpd/conf-available/10-fastcgi.conf,/etc/lighttpd/conf-enabled/15-fastcgi-php.conf e /etc/lighttpd/conf-available/15-fastcgi-php.conf :

ls -l /etc/lighttpd/conf-enabled

[email protected]:~# ls -l /etc/lighttpd/conf-enabled
total 0
lrwxrwxrwx 1 root root 77 2011-05-25 7:46 10-fastcgi.conf -> ../conf-available/10-fastcgi.conf
lrwxrwxrwx 1 root root 78 2011-05-25 7:46 15-fastcgi-php.conf -> ../conf-available/15-fastcgi-php.conf
[email protected]:~#

Vamos dar aquele reload sarado:

/etc/init.d/lighttpd force-reload

Vamos testar nosso sistema de containers?

vim /var/www/testes.php

Dentro dele colocarmos assim:

<?php

phpinfo();

?>

A abriremos o browser para ver se aparece a info do php com esse endereço: http://10.0.0.1/testes.php

Vamos dar suporte ao php para que o bichão possa usar o mysql sem stress?

apt-get install php5-mysql php5-curl php5-gd php5-idn php-pear php5-imagick php5-imap php5-mcrypt php5-memcache php5-ming php5-ps php5-pspell php5-recode php5-snmp php5-sqlite php5-tidy php5-xmlrpc php5-xsl

Para validar todo o bando de mudanças façamos assim:

/etc/init.d/lighttpd restart

E para reconferir http://10.0.0.1/testes.php em seu navegador.

Thanks Guys!

;)

 

Nossas fontes:

 

Ubuntu alert USN-1158-1 (curl) CURL vulnerabilidade

Ubuntu alert USN-1158-1 (curl) CURL vulnerabilidade

Ubuntu alert USN-1158-1 (curl)

Avaliação (review) Ubuntu 11.04 com Unity (Gestor de Sessão)

Avaliação (review) Ubuntu 11.04 com Unity (Gestor de Sessão)

Em primeira mão confesso (litte_oak) que estava com o coração na mão ao ver a Canonical lançar notas informando que seu gestor de sessões seria não mais o poderoso Gnome e sim uma alternativa própria chamada de Unity. Em primeira mão quero dizer que a Canonical fez um trabalho muito requintado na versão 11.04, principalmente no que tange a suporte a dispositivos proprietários. Este Review vai ater-se apenas nos detalhes como drivers, desempenho sob kernel PAE, usabilidade, estabilidade e comodidade.

Suporte a drivers do Ubuntu 11.04

Das coisas que mais me impactaram foi o suporte a dispositivos de notebooks um pouco “atípicos”, isto mesmo, estou redigindo este post em cima de um Acer com 17.3″, com core i3, 4 gb de ram, vga intel 4500 e afins. Em primeira mão quero deixar claro que as ÚNICAS distribuições que deram total suporte ao ACPI deste notebook foram Mandriva, Mageia  e Ubuntu 11.04 alpha. Abaixo segue um lspci para que vocês percebam TUDO que teve suporte nativo e sem qualquer stress:

[email protected]:~$ sudo lspci
00:00.0 Host bridge: Intel Corporation Core Processor DRAM Controller (rev 12)
00:02.0 VGA compatible controller: Intel Corporation Core Processor Integrated Graphics Controller (rev 12)
00:16.0 Communication controller: Intel Corporation 5 Series/3400 Series Chipset HECI Controller (rev 06)
00:1a.0 USB Controller: Intel Corporation 5 Series/3400 Series Chipset USB2 Enhanced Host Controller (rev 06)
00:1b.0 Audio device: Intel Corporation 5 Series/3400 Series Chipset High Definition Audio (rev 06)
00:1c.0 PCI bridge: Intel Corporation 5 Series/3400 Series Chipset PCI Express Root Port 1 (rev 06)
00:1c.5 PCI bridge: Intel Corporation 5 Series/3400 Series Chipset PCI Express Root Port 6 (rev 06)
00:1d.0 USB Controller: Intel Corporation 5 Series/3400 Series Chipset USB2 Enhanced Host Controller (rev 06)
00:1e.0 PCI bridge: Intel Corporation 82801 Mobile PCI Bridge (rev a6)
00:1f.0 ISA bridge: Intel Corporation Mobile 5 Series Chipset LPC Interface Controller (rev 06)
00:1f.2 SATA controller: Intel Corporation 5 Series/3400 Series Chipset 4 port SATA AHCI Controller (rev 06)
00:1f.3 SMBus: Intel Corporation 5 Series/3400 Series Chipset SMBus Controller (rev 06)
00:1f.6 Signal processing controller: Intel Corporation 5 Series/3400 Series Chipset Thermal Subsystem (rev 06)
02:00.0 Ethernet controller: Atheros Communications AR8151 v1.0 Gigabit Ethernet (rev c0)
09:00.0 Network controller: Broadcom Corporation BCM43225 802.11b/g/n (rev 01)
ff:00.0 Host bridge: Intel Corporation Core Processor QuickPath Architecture Generic Non-core Registers (rev 02)
ff:00.1 Host bridge: Intel Corporation Core Processor QuickPath Architecture System Address Decoder (rev 02)
ff:02.0 Host bridge: Intel Corporation Core Processor QPI Link 0 (rev 02)
ff:02.1 Host bridge: Intel Corporation Core Processor QPI Physical 0 (rev 02)
ff:02.2 Host bridge: Intel Corporation Core Processor Reserved (rev 02)
ff:02.3 Host bridge: Intel Corporation Core Processor Reserved (rev 02)

Todos os drivers (módulos) tiveram suporte completo.
Observem que placas Broadcom para WIFI são maioria no mercado de notebooks, então atenha-se a tranquilidade de usar e abusar do Ubuntu em termos de reconhecimento de dispositivos.

Detalhe: Quando falei de ACPI lá em cima me referi também ao controle de brilho e som (100% funcionais, sem gambiarras de ISO_ACPI ou qualquer outra coisa em inicialização do Kernel no Grub).

Desempenho sob kernel PAE

Não costumo apelar para Kernels 64 bits quando tenho apenas 4 gb de ram. Apesar de responderem melhor quando se tem processadores com instruções 64 bits, usar kernel x86_64 me trás uma insegurança no que engloba softwares de terceiros (muita gente só porta código 32 bits) e há de convir que incompatibilidades na vida de quem tem o tempo como dinheiro é coisa hedionda. Abaixo segue a prova do crime:

[email protected]:~$ uname -a

Linux developer 2.6.38-3-generic-pae #30-Ubuntu SMP Thu Feb 10 00:54:59 UTC 2011 i686 i686 i386 GNU/Linux

[email protected]:~$

Eu não sei o que faz dos desenvolvedores do Kernel do Linux seres quase perfeitos, sério mesmo, contemplar uma estabilidade e velocidade nas respostas de comandos e do próprio Unity é de arrepiar. Apesar de não ser “louco” de usar algo alpha (na verdade uma das pouquíssimas experiências Alpha testing que tive) deixo claro que seguir tal caminho junto a Canonical não é em nada arriscado!
Usabilidade
Para quem pensou que os menus seriam obra do capiroto (foi assim que pensei quando vi a nota do Unity) se enganou, no menu inicial (logo do Ubuntu que fica no canto esquerdo superior trás um menu completo com os principais itens que você precisa para ser feliz):
menu 1
Achei interessante a forma de botões que parece até coisa do mac. Aplicativos abertos colocam o menu no canto superior e operam na barra com os menus do aplicativo sobrepondo os menus da barra superior principal, ou seja, “Mac Osx style”? Mas funciona e ficou mais prático!
botoes de menu
O Docky fica muito elegante, e para ser sincero hoje “não vivo mais sem ele”. Para isto instale o mesmo usando os recursos antigos do menu. A Canonical decidiu centralizar o menu de Aplicativos em um lugar só, em órdem alfabética por nomes iniciais do que os aplicativos fazem, porém, com um menu de buscas simples de usar, o qual iremos printar uma tela e mostrar como é fácil chegar na sua central de aplicativos do Ubuntu:
centralVeja algo interessante, o que você usar como termo de busca ele há de mostrar algo caso tenha sido relacionado a um aplicativo.
Na própria central de programas do Ubuntu basta colocar o termo de busca docky e instala-lo facilmente. (o procedimento é muito parecido a instalação de qualquer outro aplicativo usando a central de apps do Ubuntu, como por exemplo o navegador do Google Chrome).
Quer coisa mais elegante que o Workspace Switcher? Ele exibe quatro áreas de trabalho de maneira eficiente para que você escolha qual ambiente estará sendo utilizado como produção, veja:
workspace switcher
Uma outra curiosidade é que o Banshee se tornou o Player padrão do Ubuntu 11.04.
Assim que foi instalado o Docky foi que pude perceber isto:
banshee
As teclas de atalho e as sombras que o compiz faz em paralelo com o Unity ficam uma coisa que dá até vontade de tocar na tela, sinceramente é uma obra de arte sem igual!
Teclas como WIN + E ou WIN + W ainda dão SHOW. WIN (bandeirinha do Window$) + W mostra os aplicativos como se fosse um zoom out, isso é a cara do Mac Os X, mas dizer que não ficou um Show é pecado, o WIN + E mostra o Workspace Switcher!
Lembre-se de habilitar os efeitos do desktop junto aos aplicativos —> Termo de Busca “Aparência” e escolha a última aba para aplicar efeitos.
Estabilidade e Comodidade
Em termos de estabilidade e comodidade tudo me agradou. Vou ressaltar 2 pontos que vi que chamam a atenção e que podem deixar alguém de primeira viagem meio “cabuloso”.
Primeiro ponto: Surgirão alguns reports de bugs, nada tão crítico, mas surgirão em detrimento de coisas que ainda hoje não estão exigindo muito dos desenvolvedores para o upstream, afinal de contas ver um bugreport baseado no envio de informações por que seu elogio do Unity na central de programas do Ubuntu apresentou crashes não vai em hipótese nenhuma fazer algum developer ou sysadmin, ou mesmo user de escritório passarem fome ;). Segue “a prova do crime”:
ferrou rsrsrs
O resto está tudo estável e só encontrei “duas baratas” no sistema, só isso, em coisas que posso considerar “perfumaria”.
O ponto da comodidade é nas updates e no modo em como cheguei até aqui.
Para fazer seu 10.10 virar 11.04 com UNITY você terá de entrar no console e digitar:
sudo do-release-upgrade -d
E ir confirmando (doido é que aparece Pressione S e só vai se apertar Y, lol).
Depois de uns 760 megas baixados e alguns longos minutos o upgrade ocorrerá sem qualquer stress.
Outro ponto final na comodidade é: Se for fazer atualizações use o console para isto usando:
sudo apt-get update && sudo apt-get upgrade -y
PRONTO!
Abraços e se este review te agrada prepara aquela caixa de Bis para nós, pls!
Fedora 14: Fazendo um Desktop perfeito com EasyLife :)

Fedora 14: Fazendo um Desktop perfeito com EasyLife :)

Todos sabemos que uma das coisas mais chatas que podemos viver é ter de instalar um sistema operacional e depois de instalado (como se não fosse pouco ter de se virar para achar softwares que trabalhem corretamente com os periféricos [ falo de drivers/módulos ] ) e ainda ter de colocar coisas que gostamos (codecs, plugins de navegadores e coisas do tipo).

Neste instante estou usando o Fedora 14 (x86_64), em outras palavras, um Fedora 64 bits. Posso afirmar que o desempenho do mesmo é muito bom quando se trata de uma arquitetura realmente 64 bits (como é o caso do hardware que estou usando).

A dica aqui resume-se na condição de qualquer versão, desde que você queira coisas como skype, fontes agradáveis e coisas do tipo em um ambiente Gnome, vale a pena conferir.
Há muito tempo um pessoal muito dedicado e afiadíssimo no Fedora Linux trabalha otimizando e automatizando a forma com que usuários do Fedora, de maneira “easy-to-use” possa adicionar plugins e coisas complicadas com meros clicks.

O site do projeto é este aqui:

http://easylifeproject.org/

Se possível faça uma doação, pois “o negócio funciona”.

Antes que você prossiga quero confirmar as coisas mais bacanas e funcionais que o Easylife faz para você:

1 – coloca fontes super agradáveis para leitura e usabilidade do sistema operacional em seu ambiente Gnome,

2 – coloca uma skin (tema) muito suave e agradável de se trabalhar,

3 – ativa recursos como Google Desktop, Skype, Codecs de som (sim, nem pense que ouvir mp3 é tão simples assim),

4 – ativa recursos como Jre 6 (java runtime).

Isto em cima é um resumo muito básico, o qual, cada coisa importante pode ser selecionada a dedo e o “trabalho sujo” é feito pelos scripts do easylife que, para variar estão super estruturados e estáveis.

Veja que, ao clicar em Download fomos automaticamente redirecionados para o SourceForge. Pode baixar tranquilamente o arquivo e executá-lo assim que o download for completo.

Assim que terminar, após começar a execução a tela será semelhante a minha:

Depois da escolha dos itens (recomendo marcar tudo, exceto os 2 jre do final, só deve-se marcar 1 de acordo com a arquitetura do seu sistema operacional. Se for x86_64/64 bits escolha 64, se for i386/32 bits escolha 32bits).
A média de arquivos que vão ser baixados do repositório gira em torno de 500 megas (mais um pouco, é claro).

Espere terminar tudo, no final seu sistema estará bem completo.

Das coisas que ressalto para que você possa confiar no Easylife posso dar prioridade a:

1 – ouvir diversos formatos de música,

2 – ouvir muitos formatos de vídeo,

3 – customização clean e rápida do desktop (mudança de fonts, ícones, barras de janelas),

4 – suporte a nvidia [drivers muito bons],

5 – skype e recursos Google.

Terminando todo o download  e instalação você verá como a vida fica bem mais easy em cima do Fedora 14 Linux com Easylife.

Parabéns a equipe do Easylife. (versão testada no Fedora 14 pela equipe AppUnix).

Gravando DVD com o Brasero no ubuntu 10.04

Gravando DVD com o Brasero no ubuntu 10.04

PessoALL, apesar deste how to ser feito no Ubuntu e não ter sido testado em outra distribuição, eu sei que a sistemática é muito parecida no caso do software (Brasero) em outras distribuições. O nível de facilidade de uso deste software é impressionante, sem contar que a interface dele lembra os itens do menu mais simples do Nero Express para plataformas Microsoft Windows (quem nunca usou?). É simples gravar um ISO em um cd ou dvd virgem, basta apertar com o botão direito do mouse sobre a imagem de cd/dvd a gravar e em seguida confirmar. Mas o Brasero é fortemente recomendado para isto. O ambiente utilizado para este How to foi um Lenovo G450, mas basta que você tenha um gravador em seu pc que tudo funcionará corretamente e sem qualquer stress. Vamos lá, primeira coisa é abrir o Brasero. Para localizar ele Clique em APLICATIVOS->MULTIMÍDIA->GRAVADOR DE DISCOS BRASERO. A imagem abaixo mostra como localiza-lo:

menu_do_brasero
menu_do_brasero

Assim que  o Brasero abrir basta escolher a opção Gravar Imagem (GRAVAR uma imagem de cd/dvd Existente). A imagem abaixo mostra este passo:

tipo_imagem_gravar
tipo_imagem_gravar

O próximo passo é escolher que imagem você deve escolher para gravar no disco virgem. A imagem que escolhi é do formato ISO. A imagem abaixo mostra o menu do qual você clica e escolhe qual imagem deve gravar. A imagem abaixo demonstra isso facilmente:

aonde_escolher_a_imagem
aonde_escolher_a_imagem

Localizando o arquivo que deixei na área de trabalho escolhi ele. É um ISO do OpenSUSE. A imagem abaixo mostra o formato visualizado normalmente (.ISO):

escolhendo_imagem
escolhendo_imagem

Assim que o sistema reconhecer a imagem e ela for escolhida por você, deves inserir o cd/dvd virgem. No nosso caso usamos DVD por que o ISO só daria certo em DVD. A imagem abaixo mostra o momento em que o sistema não exibe o menu enquanto não for inserido o disco virgem:

destino_da_imagem
destino_da_imagem

Quando o disco é inserido a mensagem de “Nenhum Disco Disponível” desaparece e o menu propriedades. Clique nele para escolher coisas importantes para sua gravação. A imagem a seguir mostra a opção sendo ativada:

Escolher_Velocidade_DISCO
Escolher_Velocidade_DISCO

Em primeiro ponto o menu Velocidade é exibido, desde cedo soube que NUNCA devemos usar o máximo de velocidade possível, por isso no how to utilizei 4x no DVD. A margem de perda é bem reduzida quando usamos menor velocidade, fora que o sistema queima a mídia “violentamente”. A imagem abaixo mostra a minha escolha:

escolher_quatroX
escolher_quatroX

A opção que eu descrevo é a famosa “multisessão“, ou seja, que permite gravar coisas depois do cd ser gravado (MANTER disco aberto para adicionar outros arquivos mais tarde). Mas este disco que estamos gravando é um ISO do OpenSUSE, por isso não marcamos este opção. Abaixo mostro ela:

multisessao
multisessao

A próxima opção mostra um item interessante. É uma “garantia a mais” de rodar a gravação de disco, chama-se Usar Burnproof. Deixe-a marcada e antes de exibirmos a próxima imagem perceba que a opção de simulação está DESMARCADA, isto fica ao seu critério, pois é bom para testar se tudo dará ok antes mesmo de gravar. Não a escolhemos e seguimos em frente conforme imagem abaixo:

simulacao
simulacao

Pronto. Quando confirmar os itens e confirmar os itens selecionados verá que a estimativa será habilitada no momento que confirmar que quer gravar. Feito isto a imagem aparecerá com estimativa, deve ser parecida com a imagem abaixo:

gravando_estimativa
gravando_estimativa

Com as estimativas sendo cumpridas, provavelmente você receberá uma mensagem falando que o disco não permite ejeção, porém ele manda que você o remova (ejete) manualmente. Isto é fácil, mas antes veja as fotos abaixo, a primeira mostra a conclusão da gravação e a segunda mostra a tela de ejetar:

terminando
terminando
ejetar
ejetar

Ejete o disco e em seguida clique em cancelar para encerrar a sessão de gravação. Em seguida a tela abaixo deve aparecer para você:

terminado
terminado

A imagem acima confirma o sucesso na gravação. Se quiser gravar mais discos basta escolher “FAZER OUTRA CÓPIA”, do contrário somente escolha Fechar.

Pronto.
Agradecemos imensamente por sua visita.
By little_oak on APPUNIX!